Para onde vai o WhatsApp?

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WhatsApp anuncia um “pacotão de novidades” para o aplicativo no Brasil.

Nas próximas semanas o WhatsApp contará com uma série de melhorias que irão otimizar ainda mais a usabilidade do app de mensagens instantâneas mais utilizado no país.

Dentre as principais novidades que estão por vir, temos:

– O aplicativo vai permitir que a gente reaja às mensagens com emojis, como acontece atualmente com o Instagram e Facebook;

– Além disso, haverá um aumento no tamanho dos arquivos que poderemos compartilhar no app. Vai dar pra compartilhar fotos e vídeos de até 2 GB;

– As ligações em grupo também terão uma otimização. O app que suportava apenas ligações com até 8 pessoas ao mesmo tempo, passará a permitir até 32 pessoas;

– Por fim, uma mega novidade que irá agradar, principalmente, grupos coorporativos: o ADMINISTRADOR dos grupos poderá apagar mensagens no grupo de QUALQUER pessoa.

Embora as novidades sejam boas, nós estamos aqui pra falar o que muita gente não te conta sobre essa incansável busca dos administradores do app pela “perfeição”.

Apesar de sempre estar inovando, o app ainda tem uma série de deficiências que o faz parecer um mensageiro do século passado, principalmente se compararmos com o seu equivalente chinês, o WeChat.

Acesso a serviços públicos, transferência de dinheiros, aluguel de bicicletas, compras, pedidos de comida, reserva de hotéis. Tudo isso é só uma prévia da imensidão de serviços que transformam os smartphones dos chineses em uma espécie de “faz tudo”.

Mas por que isso é importante?

A verdade é que as grandes empresas de tecnologia estão tentando, a todo custo, fazer exatamente o que o super app chinês é capaz de fazer. E, apesar de parecer conveniente para o mundo imediatista no qual estamos vivendo, isso só será possível concentrando um turbilhão de dados nas mãos de poucos.  E essa concentração pode estar nos preparando para um mundo Orwelliano onde empresas e governos podem rastrear cada passo que você dá.

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