Contratar pessoas criativas não garante a inovação

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Criatividade: uma das cinco principais habilidades para o ano de 2025 de acordo com o último relatório do Fórum Econômico Mundial do Trabalho.

Será que nossas lideranças estão cientes da importância da criatividade para o negócio?

Em um mundo onde a única certeza é a mudança, a competitividade exige inovação. A capacidade de criar e experimentar são fundamentais para a solução de problemas, o jeito startup de testar e “errar rápido e barato” é um driver para empresas que precisam inovar.

Mas qual o papel do líder neste contexto? Contratar pessoas criativas por si só não é a solução. Se estas pessoas não encontrarem estímulo para criar, se não houver um ecossistema propício para a apresentação de ideias, a livre manifestação, troca e acima de tudo, espaço para o erro, a inovação dificilmente partirá dos colaboradores.

A construção de uma cultura organizacional que valoriza as novas ideias, mesmo que elas ainda não venham “embaladas” adequadamente, mesmo que não sejam “geniais” desde seu nascimento é o que vai tornar a empresa inovadora. Pessoas criativas somadas a processos criativos e ambientes favoráveis tendem a produzir inovação. E este é o campo de ação da liderança: valorizar a criatividade na contratação e no dia a dia dos colaboradores, promover momentos de troca, brainstorm, incubação de ideias em um ambiente estimulante e, principalmente, saber lidar com os erros de forma produtiva, para que as pessoas tenham confiança e autonomia para tentar o novo.

Para líderes mais experientes, talvez seja um grande movimento de desapego, de deixar de fazer as coisas como sempre fizeram porque é o “certo”, aceitar os riscos e assim se abrir para as possibilidades. Inovar é o único caminho possível.

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